A reforma que será discutida no Congresso é um grande equívoco, mascarada de melhorar o sistema político brasileiro aparecem propostas como voto em lista fechada e voto distrital que buscam esconder o candidato do eleitor e criar um sistema complexo que diminuirá a transparência eleitoral, onde não saberemos em quem estamos votando ou que local elegeu qual candidato, dependendo da abrangência do voto distrital.
Obviamente sairá ganhando os caciques dos grandes partidos, principalmente os envolvidos em denúncias de corrupção. Outra aberração depois de já terem aumentado no passado a verba partidária, em um país que falta dinheiro para tudo, é que pretendem que as campanhas sejam financiadas por nós contribuintes, é o financiamento público de campanha.
O mais escabroso apareceu recentemente com a proposta de que os pretensos candidatos não poderiam ser detidos há oito meses da campanha. Os senhores Congressistas não percebem, ou não querem ver que o caminho deveria ser o inverso, dando mais transparência e aumentando o rigor distanciando os corruptos da vida pública.
A reforma deveria ser pautada em três ações: limpar, simplificar e economizar. Para limpar além de fortalecer a Lei da ficha limpa é preciso barrar todos os candidatos corruptos, deixando-os inelegíveis por longos períodos e para os reincidentes para sempre.
Para simplificar teria que acabar com a reeleição, com mandatos de cinco anos. Política não deveria ser profissão, a visão deveria ser de contribuição de profissionais para uma sociedade melhor, cumprindo seus mandatos e abrindo espaço para que outros deem também sua contribuição.
Para economizar a solução seria reduzir o número de Deputados Federais em pelo menos cem vagas. Acabar com as regalias e enxugar a imensa quantidade de cargos comissionados em todos os poderes, como todo cidadão o político deveria custear suas despesas com seu salário. As campanhas deveriam ter um grande controle para que os candidatos ricos não usem seus recursos para eliminar a concorrência dos mais pobres.
Obviamente sairá ganhando os caciques dos grandes partidos, principalmente os envolvidos em denúncias de corrupção. Outra aberração depois de já terem aumentado no passado a verba partidária, em um país que falta dinheiro para tudo, é que pretendem que as campanhas sejam financiadas por nós contribuintes, é o financiamento público de campanha.
O mais escabroso apareceu recentemente com a proposta de que os pretensos candidatos não poderiam ser detidos há oito meses da campanha. Os senhores Congressistas não percebem, ou não querem ver que o caminho deveria ser o inverso, dando mais transparência e aumentando o rigor distanciando os corruptos da vida pública.
A reforma deveria ser pautada em três ações: limpar, simplificar e economizar. Para limpar além de fortalecer a Lei da ficha limpa é preciso barrar todos os candidatos corruptos, deixando-os inelegíveis por longos períodos e para os reincidentes para sempre.
Para simplificar teria que acabar com a reeleição, com mandatos de cinco anos. Política não deveria ser profissão, a visão deveria ser de contribuição de profissionais para uma sociedade melhor, cumprindo seus mandatos e abrindo espaço para que outros deem também sua contribuição.
Para economizar a solução seria reduzir o número de Deputados Federais em pelo menos cem vagas. Acabar com as regalias e enxugar a imensa quantidade de cargos comissionados em todos os poderes, como todo cidadão o político deveria custear suas despesas com seu salário. As campanhas deveriam ter um grande controle para que os candidatos ricos não usem seus recursos para eliminar a concorrência dos mais pobres.
Finalmente sua seria fundamental unificar as eleições, com voto impresso para facilitar recontagens e evitar fraudes, isso teria três efeitos a médio prazo, ajudaria a
simplificar, limpar e economizar as eleições ao mesmo tempo. Provavelmente nada disso acontecerá, mas não custa nada pensar em caminhos para fazer um país.